sábado, 3 de novembro de 2012

AH! ESSES POETAS


AH! ESSES POETAS

 

 

Ah! Esses Poetas...

 

Que falam de amor de dor

com a mesma intensidade.

 

Exponenciam amadas.

Amigos dos anjos, das flores.

De deuses, de amores.

Aconchegam saudades.

Tamborilam sambas.

Chasqueam vaidades.

 

Quando a morte vem,

a alma do poeta se desvanece.

E seus delírios vira fluído

que abastece corações.

Líquido pra lavar a alma.

Pra quarar o espírito.

 

É preciso discernimento para se entender

a onda que o poeta irradia.

Por não ser entendido,

põe-se a escrever poesias.

E divaga enternecido.

Certo que é de todas.

 

Séculos seriam necessários

para entender um poeta

e seus devaneios.

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário